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A importância do profissional de Supply Chain Management

Cristiano Cecatto

Consultor especialista em logística e desenvolvimento organizacional da Qualilog.

Uma economia incerta como a que controla o mundo atualmente demanda retornos maiores nos investimentos de qualquer empresa. Com a definição dos orçamentos, as pressões aumentam cada vez mais, fazendo do sucesso do supply chain algo mais desejado do que nunca.

Dos executivos de supply chain de hoje em dia se espera não apenas um controle mais eficaz da sua área de atuação como também a capacidade de proporcionar rapidamente resultados significativos que beneficiem a organização como um todo.

Por esta razão, os executivos de supply chain não são mais deixados para segundo plano nas companhias. Agora eles estão à frente e no centro da estratégia das corporações e o impacto do seu trabalho é visível imediatamente tanto para os clientes, como para os colaboradores, fornecedores e acionistas. De acordo com estudos realizados por consultorias no exterior, entre as companhias que tiveram problemas com supply chain a maioria sofreu, em média, uma queda de 9 a 20% nos preços de seus produtos.

Com tais desafios em suas mãos, os executivos de supply chain precisam ser incansáveis na busca pelo conhecimento que pode guiar suas atividades e, obviamente, sua empresa aos resultados esperados. Eles têm que trabalhar com agilidade, devem olhar suas próprias operações tão bem quanto aquelas de fora de suas companhias para conseguir a inovação, conseguir um diferencial positivo. Deste modo, estarão trabalhando sempre com as melhores práticas e tecnologias.

Em alguns casos, isto pode significar olhar não somente para o que fazem os concorrentes mas, também, para negócios de indústrias inteiramente diferentes do seu ramo. Esta busca é necessária porque a maioria das empresas já têm extraído bons resultados dos esforços tradicionais do supply chain.

Então, aprender mais e sempre, mesmo que seja com as experiências de terceiros, é algo fundamental. Investir na melhor iniciativa é ainda um passo complicado para muitos executivos de supply chain. Para ajudar-lhes em seus esforços, atualmente alguns executivos com mais visão vêm propondo uma aproximação sistemática para identificar e dar prioridade, às iniciativas de medição baseadas no valor que entregam à empresa e aos acionistas.

A gerência de supply chain representa uma das áreas mais desafiadoras e oferece um potencial vasto para melhorar a competitividade e a rentabilidade. Entretanto, a maioria das companhias têm feito melhorias consideráveis em suas operações de supply chain. Conseqüentemente, uma aproximação mais rigorosa é requerida agora para conseguir o tipo de transformação necessária para dar um impacto significativo no negócio.

As tecnologias de supply chain entregam benefícios consideráveis de custo e desempenho. Entretanto, a distribuição destas tecnologias freqüentemente foi isolada e desconectada das iniciativas maiores da diretoria e do negócio da empresa. Esta ação fragmentada resulta na perda de economias e resultados.

Ou seja, as decisões sobre investimentos não devem ser feitos para objetivos isolados. Ao invés disso, os executivos de supply chain precisam focar investimentos que resultarão no impacto maior para o seu negócio e fornecedores. Mas, ao realizar isso, se torna inevitável enfrentar desafios como, por exemplo: economia de custo sem sacrificar níveis de serviço operacional, desempenho ou o cliente; compreender o impacto de consolidações, racionalização e globalização sempre com foco no desempenho e custo.

Estes desafios são grandes, mas as oportunidades geradas são ainda maiores. Quem trabalha com supply chain sabe que as empresas estão pressionando cada vez mais para que o seu trabalho tenha resultados na rápida eficiência das operações, além da demanda pelo fortalecimento da competitividade. Atualmente, com a crescente pressão do mercado global altamente competitivo, é de vital importância a busca permanente de fontes de competitividade que causem impacto positivo na participação de mercado, nas margens e no valor econômico das empresas.

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