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Minimizar desperdícios na área de manutenção

Sander Aparecido de Araújo Chagas e Marcio Leandro Cota

 Pós-graduados em Engenharia de Manutenção pelo Ietec.

RESUMO:

Este trabalho tem como objetivo demonstrar as principais formas de desperdícios ligados a manutenção contemporânea. Ainda na década de oitenta, OHNO listou sete grandes desperdícios observados dentro do sistema Toyota de Produção, tal conceito pode e deve ser levado a todas as formas de processos produtivos dentro das organizações, entre eles a manutenção que, cada vez mais vem se tornando função estratégica e diferencial competitivo dentro dos empreendimentos modernos.

PALAVRAS CHAVE:

1 – Desperdícios. 2 – Produtividade na Manutenção. 3 – Pensamento “enxuto”.

INTRODUÇÃO

É crescente a competitividade entre as empresas, e cada vez mais se torna necessário minimizar custos e otimizar processos, dessa forma, o setor manutenção torna-se tão relevante quanto as áreas da “espinha dorsal” da empresa. O trabalho mostra os sete principais desperdícios abordados pelo Sistema Toyota de Produção, aplicados a área de manutenção, com intuito de conseguir melhores resultados na performance do processo produtivo. O Sistema Toyota de Produção surge no Japão, após a segunda guerra mundial, para contribuir nos processos de reestruturação produtiva do país. A evolução dos conceitos entre o fordismo e o Sistema Toyota de Produção, altera a forma de ser das organizações, sendo crucial a aplicação da eliminação dos desperdícios em todas as áreas da empresa, estando essa área dentro de um processo finalístico ou dentro de um processo de apoio. Os desperdícios abordados nesse artigo são: produção excessiva; retrabalho para adequar produtos; tempo de espera; excesso de estoque; movimentos desnecessários; excesso de transporte; processamento inútil. 

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