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Gestão e Tecnologia da Informação

A TI a favor do gerenciamento de estratégias

Comunicação Ietec

Diferencial competitivo. Talvez essas duas simples palavras sejam o motor propulsor para que empresas de áreas diversas busquem auxílio da Tecnologia da Informação para a elaboração de suas estratégias empresariais.

Alinhar o setor ao planejamento de ações de uma organização é garantir resultados mais eficientes sem que, para isto, seja necessário comprometer equipes e processos.
 
É o que afirma o instrutor do Ietec e analista de sistema, Wilson Caldeira da Silva. Para ele, este alinhamento pode ser mensurado quando a TI é inserida nos processos produtivos da empresa.
 
“Novos negócios podem ser gerados e os existentes podem ser geridos de forma mais efetiva, contribuindo para redução de custos”, explica Silva.
 
Em alguns segmentos do mercado, a TI é inserida automaticamente no planejamento estratégico, como é o caso das empresas de telecomunicações, bancos e fornecedores de soluções de TI. “Este segmento só consegue lançar novos produtos que sejam 100% suportados por soluções de TI”, Caldeira.
 
O mesmo não ocorre em outros setores da economia. Em indústrias de manufatura, por exemplo, a TI ainda é um suporte em segundo plano, focado apenas na execução do lançamento de um produto ou serviço no mercado.
 
“Nesses casos, surpresas negativas em relação ao conhecimento necessário de TI para implantação destas estratégias podem surgir e atrasar ou mesmo inviabilizar a implantação de algumas ações”, alerta Caldeira.
 
Fidelização e qualidade
 
Conquistar um bom posicionamento no mercado para as empresas é, antes de tudo, garantir um bom relacionamento com os seus clientes. Neste aspecto, a Tecnologia da Informação oferece alternativas para a fidelização do consumidor e qualidade nos serviços:
 
“O atendimento ao cliente é mister. Portanto, é fundamental que a empresa invista em um bom sistema de CRM e Workflow, uma das possibilidades tecnológicas à disposição dos gestores”, exemplifica o diretor da Quantum Informática e bacharel em ciência da computação, Wellington Teixeira Santos.
 
Outro fator destacado pelo bacharel é a gestão do conhecimento. Na sua opinião, registrar o aprendizado da empresa de forma a disponibilizá-lo a todos os colaboradores deve ser encarado com uma estratégia positiva para a organização:
 
“Assim, o conhecimento - patrimônio principal da empresa - deixa de ser posse exclusiva dos indivíduos e passa a ser propriedade de toda a instituição”, conta.

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