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TI é ferramenta para inteligência de mercado

Comunicação Ietec

Garantir a sobrevivência dos negócios em um mercado que tem como principal característica a forte concorrência é o objetivo de toda e qualquer organização. E isto só se torna possível através da capacidade da empresa em ser competitiva.

Disto, podemos concluir que a busca incessante de informação sobre variáveis do ambiente externo, e que podem influenciar o rumo dos negócios, é atividade fundamental para empresas. É neste cenário que a Inteligência Competitiva (IC) torna-se um processo indispensável à sobrevivência das organizações.
 
Esta nova área tem motivado intenso treinamento de gestores e executivos, uma vez que o setor de IC fornece informações consistentes, capazes de antecipar futuras direções e tendências. Com isso, a organização pode surpreender a concorrência e possibilitar a tomada de decisões, baseadas em dados que alimentam o mercado de forma voluntária.
 
O departamento de inteligência de marketing da White Martins, a maior empresa de gases industriais do Brasil, detectou que a TAM pretendia fazer uma oficina de reparos em turbinas. A empresa sugeriu, antecipadamente, uma negociação com a companhia aérea antes mesmo de haver concorrência. Resultado: a White Martins irá faturar R$ 100 milhões de reais com o fornecimento de gases industriais para a oficina da TAM.
 
“O trabalho de Inteligência permite às empresas o monitoramento dos ambientes internos e externos. Com isso, é possível antecipar ameaças e oportunidades, levando em consideração outros cenários”, explica o mestre em Gestão de Negócios e Marketing Estratégico, e coordenador do curso de IC do Ietec, Marcus Monteiro Torres.
 
De acordo com a Sociedade de Profissionais de Inteligência Competitiva (SCIP, sigla em inglês), só nos Estados Unidos, a IC movimenta mais de US$ 2 bilhões por ano. Cerca de 90% das empresas que fazem parte da lista das 500 maiores da revista Fortune têm processos de inteligência. No Brasil, a IC já está presente em 20% das 100 maiores empresas brasileiras, entre elas a Fiat.
 
Profissionais da área de inteligência da montadora fornecem, quase que diariamente, informações sobre a atividade dos concorrentes, as preferências dos consumidores e as inovações tecnológicas da própria indústria aos principais executivos da empresa. Para o presidente da Fiat Brasil, Cledorvino Belini, os desafios no setor automotivo exigem um novo posicionamento da montadora para a manutenção da sua liderança no mercado brasileiro de automóveis
 
“Os desafios da Fiat são muitos. Há os novos entrantes, como as montadoras chinesas e coreanas que estão chegando ao Brasil. Aliado à isto, precisamos estar atentos também ao mercado de commodities, ao comportamento do nosso consumidor e às novas tecnologias. Na Fiat, todos esses pontos são constantemente monitorados. Trabalhamos com estes dados a fim de encontrar a melhor solução para a manutenção do nosso crescimento”, explica Belini.
 
A Tecnologia da Informação (TI) também tem contribuído de forma positiva com os bons resultados da Inteligência Competitiva. A atuação conjunta das duas áreas permite às empresas a melhoria dos seus processos produtivos.
 
A abordagem baseada em TI, na execução das tarefas da Inteligência Competitiva, cria para a organização habilidades capazes de direcionar as principais demandas da empresa para a criação e inovação de seus produtos e serviços, de acordo com o monitoramento de mercado.

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