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Gerenciar riscos pode garantir sucesso do projeto

Comunicação Ietec

Ampliar a sede, investir em novas contratações, realizar novas aquisições, desenvolver novos produtos e serviços. Sob os olhos de um gerente de projetos, todas estas ações apresentam algum tipo de risco, a partir do momento em que se pretende realizá-las.
 
Desta forma, o gerenciamento de riscos apresenta-se como uma importante área de conhecimento da Gestão de Projetos e não pode ser ignorado caso se deseje cumprir os objetivos com escopo, prazo e custo.
 
Se não há tempo ou recursos suficientes para mitigar os riscos de um projeto, esteja certo que será necessário tempo e recurso suficiente para atacá-los quando os mesmos se tornarem um problema.
 
O PMP e instrutor do Ietec, Arnaldo Pires de Souza, ressalta a importância do monitoramento do ambiente de negócio. Na sua opinião, observar as oscilações dos fatores que influenciam diretamente o andamento do projeto é fundamental.
 
O instrutor ressalta, contudo, que riscos não significam, necessariamente, respostas negativas do ambiente ao projeto. Em algumas ocasiões, riscos são positivos. O projeto de construção de uma casa, por exemplo, onde se previa um custo elevado para a compra de cimentos pode ser beneficiado se houver uma queda no valor de importação do material: “O gerenciamento de riscos em projetos busca justamente maximizar os eventos positivos e minimizar os negativos”, explica.
 
Atenção especial aos sintomas que possam ser monitorados para permitir uma atitude pró-ativa perante a eventual proximidade de ocorrência do risco. Para a controller da Converteam Brasil, Aline Frezzolino, é fundamental que gestores de projetos ajam antes que o risco de efetive: “Todos os projetos elaborados pela Converteam passam por um gerenciamento de riscos, uma vez que é importante diluí-los”, afirma.
 
A própria adoção da metodologia de Gestão de Projetos nas empresas representa um avanço na minimização dos riscos nos negócios. Pesquisa Ietec, realizada durante a 11ª edição do Seminário Nacional de Projetos, mostra que a redução dos riscos é o terceiro mais importante benefício promovido pela metodologia.
 
Para Nélio Gaspar, PMO da Módulo Tecnology for Risk Management, e um dos palestrantes convidados para o seminário de Projetos promovido pelo Ietec, a metodologia de GP é hoje um dos braços da governança nas empresas: “Os métodos, controles e as formas de acompanhamento promovidos pela metodologia, quando estão bem sintonizados, é garantia de redução dos riscos em projetos para qualquer organização”, conclui.
 
 
Análise constante
 
 
A análise dos riscos deve ser feita na fase de planejamento do projeto, mas de forma alguma ele deve deixar de ser monitorado durante a sua implementação. “O gerenciamento dos riscos deve ser executado durante toda a vida do projeto, já que os riscos surgem em função de novas condições impostas pelo andamento do projeto. Deve-se ter em mente, ainda, que o impacto do risco pode ter sido diferente do que esperávamos”, explica Arnaldo Pires Souza.
 
A conceituação americana dos dois fatores que geram mais riscos dentro de um projeto são:
- Incerteza tecnológica: com o avanço rápido da tecnologia, corre-se o risco de implementar soluções ultrapassadas e sem maturidade;

- Severidade de prazos e complexidade de escopo: os projetos estão cada vez mais complexos, cada vez mais os prazos estão encurtando e os custos e investimentos tem que ser menores.

 

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