Logomarca IETEC

Buscar no TecHoje

Preencha o campo abaixo para realizar sua busca

:: Gestão e Tecn. da Informação

TI: crise econômica não impede o fortalecimento do setor

Comunicação Ietec

Dado o crescimento mundial nos últimos 5 anos, e mais recentemente no Brasil, todas as corporações buscam ferramentas que possam alavancar negócios e suportar atividades de forma competitiva e eficaz. Sem dúvida alguma, um dos atores deste novo contexto é a área de TI, com seus profissionais, técnicas e sistemas.

Neste cenário, onde a missão da TI é garantir o fortalecimento das organizações, profissionais da área necessitam gerenciar novos sistemas de informação, como o Balanced Scorecard (BSC),  o Business Inteligence (BI), e o ERP (Sistema Integrado de Gestão). Garantir todo o suporte a este portfólio de novos sistemas passa, quase que obrigatoriamente, pelo realinhamento do profissional de TI, quer seja pelas vias da qualificação ou formas de atuação.
 
A crise econômica mundial, que poderia ser considerada um freio para o ritmo de desenvolvimento do setor, é vista com bons olhos por profissionais e especialistas. “O cenário ainda é um pouco incerto, mas uma coisa é certa: onde desaparecerão oportunidades, surgirão outras. O desafio da TI, em meio à crise, é o de se consolidar como altamente alinhada aos negócios da empresas, otimizando processos das demais áreas. O segmento continuará aquecido”, garante o coordenador de TI da Atento Brasil, Fabiano Santos.
 
Ele aponta o Business Process Outsourcing - BPO como uma das áreas responsáveis por este aquecimento. Isto porque, em tempos de crise, a redução de custos e a otimização de serviços serão exaustivamente requisitados.
 
Mas a ausência de profissionais preparados para atender as demandas do setor de TI preocupa. Para o coordenador do curso Gestão e Tecnologia da Informação do Ietec, Antônio de Pádua, o que se vê hoje é um movimento em busca da qualificação interna por parte das corporações, como forma de gerar mão de obra. Esse movimento, segundo sua avaliação, ocorre porque as empresas estão cientes que a falta de investimentos em capacitação contribui para os insucessos nos negócios.
 
O gerente de Tecnologia da Informação da Emccamp Edificação, Renato Quintão, o mercado exige do profissional dinamismo nas informações e espera que ele se mantenha atualizado. Na sua opinião, a qualificação profissional beneficia profissional e empresa: “Depois das aulas passei a ver minha rotina de trabalho de uma forma radicalmente diferente. Hoje entendo mais dos processos de gestão”, afirma Quintão.
 
Com respeito à forma de atuação, o que se nota é uma mudança ou quebra de paradigma dentro das corporações, principalmente da alta administração, que encara a TI como área estratégica. “Ações e atitudes bem elaboradas e planejadas de TI podem, e geram, retornos tangíveis e significativos às corporações”, resume Pádua.
 
Para o consultor e instrutor do Ietec, Ralph Linhares, a área de TI deixou de ser considerada centro de custos e passou a ser vista como área que deve estar alinhada aos negócios: “Quem ainda não vê a TI desta forma, está passos atrás em termos de inovação, único fator que diferencia as empresas vencedoras das demais”, explica.
 
Não restam dúvidas de que uma das áreas mais promissoras é a de TI. “É fundamental que empresas continuem evoluindo para uma visão mais estratégica, onde a TI assuma definitivamente um papel fundamental para geração de resultados”, assegura Pádua.
 
Já os profissionais da área terão de se manter atualizados às melhores práticas de mercado, unindo os recursos tecnológicos às demandas corporativas, como forma de agregar valor, segurança e vantagem competitiva às empresas.

Indique este artigo a um amigo

Indique o artigo