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OEE garante aumento da produtividade e redução de desperdícios

Comunicação Ietec

A idéia de se produzir bens ou serviços que gerem mais valor do que o custo de produção é o motor básico que movimenta a economia. Quanto mais geramos valor (resultados) com menos custos (recursos), mais produtivos seremos. Assim, a produtividade é um conceito chave para o alcance de um desempenho econômico satisfatório.

O atual cenário econômico ressaltou ainda mais a preocupação das empresas com a produtividade. Por isto, cada vez mais a abordagem gerencial da produtividade ganha mais destaque nas organizações. passa a ser aplicada a diversos tipos de trabalho de natureza não fabril.

É importante observar que o gerenciamento da produtividade vem se modificando ao longo do tempo. A produtividade industrial vem incorporando, por exemplo, diversas idéias e conceitos sobre diferentes modelos de gestão. Entre eles, destaca-se ao conceito de Eficiência Global de Equipamentos – OEE (Overall Equipment Effectiveness).

“A OEE é um indicador de gestão dos recursos de manufatura. Tem como  objetivo identificar as diversas perdas nos equipamentos de uma indústria, permitindo uma atuação assertiva na contenção e eliminação de desperdícios, aumentando assim a sua disponibilidade, eficiência e qualidade”, explica o pós-graduado em Gestão de Projetos e sócio-diretor das Indústrias Gatti, Carlos Antônio Gati.

De forma simples e eficiente, a OEE é uma ferramenta que pode auxiliar gestores e supervisores de produção a enxergar perdas capazes de comprometer a qualidade e a produtividade nos processos industriais. Possibilita um meio de medir a diferença entre o ideal e o que está sendo alcançado de fato pela fábrica.

Em um momento onde a produção enfrenta os efeitos negativos da crise, a OEE desempenha um papel importantíssimo na busca redução de custos. “Entre os benefícios da medição da OEE destacamos o aumento da produtividade do equipamento porque teremos mais produção com menos recurso, aumento da qualidade do trabalho e redução de desperdícios com tempo, material, energia, entre outros”, explica Gati que também é instrutor do Ietec.

A Açoforja, indústria fabricante de forjados em aço, tem como meta para os próximos anos a implantação da OEE em sua linha produtiva. Seu principal gargalo: excesso de matéria-prima e de tempo na produção das 2 mil toneladas de peças mensais.

O engenheiro de processos da Açoforja, Alan Viana, sabe que a aplicação da OEE é decisiva para garantir a competitividade da empresa: “Temos problemas sérios que precisam ser solucionados. No que se refere à matéria-prima, gastamos até 10% a mais de recursos para a produção de uma peça. Reduzir gastos sem comprometer a qualidade dos nossos produtos é o nosso grande desafio”, explica.
 

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