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:: Gestão e Tecnologia Industrial

Mercado Futuro de Milho

Viviane Silva de Oliveira Diniz

Pós-Graduada em Administração de Compras pelo Ietec.

RESUMO

A compra de  commodities possui características específicas que as diferenciam das demais mercadorias.  Estas características estão relacionadas a fatores adversos como: demanda, clima, estoques mundiais e  ciclo de cultura. Neste artigo será apresentado o funcionamento do Mercado Futuro, mecanismo utilizado para minimizar os riscos das variações inesperadas de preços para commodity Milho.

Palavras-chave:  Hedge, Mercado Futuro, BM&F,  Milho.


INTRODUÇÃO

De acordo com Marques & Mello (1999) Incertezas econômicas, crescimento da demanda de grãos, baixo nível de estoque e utilização dos grãos como uma nova alternativa de consumo ( biocombustíveis ) indicam que os preços dos alimentos deverão permanecer em alta ao longo do ano.

Sendo assim as empresas que compram grãos estão diante das  grandes flutuações de preços que ocorrem em curtos períodos de tempo, desafio para o comprador que necessita de grandes volumes nas fábricas cujos produtos não podem variar da mesma forma e ser repassado para os produtos secundários.

Diante disto, conforme Robbotton (2008) uma nova estratégia de compra vem se fortificando  como forma de se proteger e diminuir os riscos das constantes oscilações de mercado e propiciar vantagens aos negócios através de previsões acertadas sobre o comportamento dos mesmos.

Neste artigo será apresentado o funcionamento do Mercado Futuro e suas contribuições  para  a realização de compras e vendas eficazes para commodity  Milho .


MERCADO FUTURO

Conceitos

De acordo com Baily  et al (2000) comprar também significa desenvolver estratégias adequadas, desenvolver novos mercados, tendências e necessidades, para isto o profissional de compras deve estar ciente das tendências do seu negócio e apto para desenvolver novos mercados que proporcionem maior resultado em suas atividades.

Segundo Mollinari (2008) o Mercado Futuro na BM&F oferece excelentes opções de proteção e de especulação com ganhos saudáveis ao sistema de compras de commodities de grãos,  estratégia essa usada para aumentar a competitividade dos negócios.

Conforme Schouchana (1995) pode-se definir Mercado Futuro como o mercado onde são realizadas operações envolvendo lotes padronizados de commodities ou ativos financeiros, onde os participantes apostam em cotações futuras para se proteger ou especular.

De acordo com Marques & Mello (1999) o Mercado Futuro de commodities agropecuárias no Brasil iniciou em 1917, com as operações do mercado futuro de algodão . Em 1991, houve a fusão da Bolsa de Mercadorias de São Paulo com a Bolsa Mercantil e de Futuros dando origem à Bolsa de Mercadoria e Futuros ou BM&F como é usualmente reconhecida.

No Brasil, os contratos futuros são negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros,  (BM&F), localizada em São Paulo. Conforme Marques & Mello ( 1999), BM&F é uma entidade privada sem fins lucrativos, formada de associados, pessoas físicas e jurídicas, como corretoras, membros de compensação e os operadores especiais, dirigida por um Conselho de Administração eleito, e que tem como função primordial oferecer condições de funcionamento livre e aberto de mercados disponíveis e de liquidação futura, como os de commodities agropecuárias.

De acordo com Wikipedia (2008 ) Commodities são mercadorias primárias em estado bruto ou pequeno grau de industrialização de qualidade quase uniforme, produzidos em grandes quantidades e por diferentes produtores que possuem cotação e negociabilidade globais.

Porque os Preços das Commodities Flutuam?

De acordo com Baily et al 2000 são vários os fatores que afetam o preço das commodities, entre eles se destacam: as expectativas do suprimento atual e futuro,a economia dos países,  a demanda atual e futura, as posições de estoques, as condições das colheitas e   a volatilidade do clima.

Segundo Molinari (2008) para a commodity milho além das variáveis citadas acima a volatilidade  está diretamente ligada  ao dólar, isto porque a valorização do mesmo tende a pressionar mais as commodities, já que os fundos geralmente compram esses ativos como hedge contra a depreciação da moeda; Sendo assim a alta da moeda faz com que os compradores precisem de mais euros para comprar a mesma quantidade de grãos, minérios e petróleo. Essa queda no poder de compra acaba por forçar uma retração dos preços em dólar;  O milho também é particularmente afetado pela cotação  do petróleo, já que o grão está ligado ao mercado de energia por ser a principal matéria prima para a produção de etanol.

Aplicações

Conforme Marques & Mello (1999) o funcionamento efetivo dos mercados futuros de commodities, necessita da atuação dos seguintes agentes intervenientes:

- Vendedores: Com o objetivo de cobrir seus custos de produção e garantir uma margem de lucro eliminando a incerteza.

-Compradores: Com o objetivo de fixar um preço de compra para garantir os custos conhecidos, permitindo uma margem de lucro e minimizando o efeito do risco de alta do preço da mercadoria.

-Especuladores: Investidores que aceitam tomar risco, comprando a mercadoria porque acreditam que o preço subirá ou vendendo-a porque acredita que o preço cairá.

- Corretores: Filiados á BMF, tem a função de executar as ordens dos clientes, além de dar suporte técnico e mercadológico para as partes operantes.

- Operadores de Pregão: Executam as ordens de compra e venda que vem das corretoras por ordem de seus clientes.

Funcionamento do Mercado Futuro

Primeiramente de acordo com Pinto (1999) para se operar no mercado futuro, é necessário se cadastrar em uma corretora associada á BM&F, estas operam através de seus operadores de pregão executando  as ordens de seus clientes  e acompanhando as suas contas.

Ainda para Pinto (2007) Hedge significa proteção ou cobertura. Isto quer dizer que o cliente faz uma espécie de seguro de preço na Bolsa, fixando antecipadamente o preço de compra ou o de venda para a mercadoria no futuro. Se o cliente for vendedor e o preço cair, sua mercadoria perderá valor no armazém, mas ele ganhará no mercado futuro a diferença entre o preço vendido no inicio da operação e o preço que caiu, de forma a cobrir ou compensar o que perdeu no armazém. Se o preço subir, sua mercadoria no armazém se valorizará, mas ele desembolsará na Bolsa a diferença entre o preço de entrada e o preço final. Assim, se cair o preço, ele estará protegido e se subir, deixará de ganhar um lucro adicional. O Hedge de compra é o contrário, se o cliente comprar a futuro e o preço subir, a mercadoria que ele tem de comprar ficará mais cara, mas em compensação, obterá ganho na Bolsa que cobrirá esta diferença; E se cair, pagará mais barato no mercado, mas desembolsará a diferença na Bolsa.

Conforme Marques & Mello (1999) o hedger tem um seguro contra um risco de oscilação nos preços somente se os mercados disponível e futuro se movimentarem juntos e na mesma proporção, o que raramente acontece, o que ocorre com freqüência é que os preços a vista e a futuro se movem na mesma direção, mas não exatamente juntos e com igual intensidade, esta diferença é conhecida como base e se reflete num prêmio ou num desconto sobre o preço a vista.

A partir daí existem inúmeras situações em que operantes obtém vantagens comparativas em seus negócios, caso consigam fazer previsões acertadas sobre o comportamento da base. Neste caso ao invés de tentarem reduzir risco, o objetivo passa a ser a obtenção de retornos com a especulação dos preços das commodities que operam.

Ainda segundo Marques & Mello (1999) outro ponto de grande interesse é a convergência de preços nos mercados a vista e futuro na data de entrega da mercadoria. Caso o preço futuro for maior que o a vista, vale a pena comprar no disponível, vender a futuro e entregar a mercadoria. Portanto , como a informação é pública,  os agentes de mercado devem acompanhar o mercado e definir o momento e as estratégias que mais atendem ao seu negócio.

De acordo com Pinto (1999), os preços são formados por meio de processo competitivo entre compradores e vendedores nas rodas de negociação dos pregões ou em sistemas eletrônicos. Tais preços revelam as expectativas do mercado quanto ao valor de uma mercadoria ou de um ativo no futuro. Em função da alta volatilidade dos mercados, os preços podem variar bastante de um dia para outro ou até mesmo durante um dia; A formação de preços  se dá em um mercado altamente competitivo, os compradores e vendedores é que determinam os preços através de um processo transparente, dinâmico e contínuo, em que se recolhem informações, se interpretam sinais sobre as forças de oferta, demanda e se incorporam novas informações aos preços.

Conforme Pinto (1999) em operações com Mercado Futuro não se recebe ou paga-se nenhum valor adiantado, a não ser ajustes diários, que são acertos diários das diferenças anterior e atual entre os preços futuros, ou seja ao negociarem contratos para um mês futuro, se, no pregão subseqüente, o preço do vencimento em questão variar, vendedores e compradores deverão ajustar suas posições de acordo com a nova realidade, pagando ou recebendo um valor financeiro referente à variação do preço futuro.

Os vendedores recebem estes ajustes se o preço futuro for negociado abaixo da sua posição anterior, pois o mercado espera que a mercadoria física se desvalorize ou pagam ajuste diário se o preço futuro subir além da posição anterior, pois a mercadoria  deverá  estar se valorizando. Já os compradores recebem ajuste se os preços futuros subirem acima da posição anterior, pois o investimento realizado na compra futura se valorizou e pagam ajuste á medida que os preços futuros caem aquém da posição anterior, já que a mercadoria física deverá valer menos no vencimento. Estes  ajustes se dão para eliminar o risco de não-cumprimento dos contratos futuros em caso de grandes diferenças entre os preços acertados previamente e o a vista no vencimento do contrato possibilitando  que o risco de todo o sistema fique circunscrito a um só dia.

Ainda para Pinto (1999) o mecanismo de funcionamento do mercado futuro imprimi uma característica importante na negociação para liquidação futura: a competitividade. A homogeneidade dos produtos, a transparência, a velocidade das informações e a livre mobilidade de recursos permitem que os preços se ajustem conforme as leis de mercado, ou seja, de acordo com as pressões de oferta e procura.

Características dos Contratos Futuros              

De acordo com Marques & Mello (1999) os aspectos que caracterizam o contratos futuros são:
 
- A padronização dos contratos em relação ao objeto da negociação, cotação, unidade de negociação, meses de vencimento e liquidação, dá a  todos participantes a possibilidade de revender ou  recomprar os contratos e cessar suas responsabilidade a qualquer momento;

- Não é  necessária a presença física dos negociantes, os contratos são negociados somente em bolsa;

- Cada produto negociado a futuro está associado a um local de formação de preço, ou seja, uma região geográfica representativa daquele mercado que a Bolsa considera como local de referência do preço do produto. O local de formação do preço do Milho é o município de Campinas;

- O principal intuito da operação na bolsa é proteger o cliente contra oscilação de preço. A bolsa não tem o objetivo de substituir o mercado á vista; Geralmente os contratos de futuros não levam á entrega real de mercadorias, somente 2% das negociações levam a liquidação por entrega;

- As cotações do contrato de milho incluem PIS, Pasep, Cofins e funrural;

- Cada contrato é formado por 450 sacas de 60 quilos;

- Os participantes podem entrar e sair do mercado a qualquer momento, basta realizar uma operação inversa para o mesmo vencimento.

- Os contratos não tem vencimento em todos os meses do ano devido a concentração de negócios em apenas alguns meses do ano favorecer a liquidez dos mercados e  á existência de meses de safra e entressafra que interferem na demanda pelo produto no mercado futuro. Os meses de vencimento do contrato futuro de milho são os seguintes: Janeiro, Março, Maio, Julho, Setembro e novembro;

Liquidação dos Contratos

De acordo com Marques & Mello (1999) existem três formas de se liquidar o contrato:

-Liquidação por reversão da posição: Pode ser feita a qualquer momento entre o início da operação de compra ou venda e o vencimento dos contratos, basta comunicar ao corretor a intenção de compra ( para quem estiver vendido ) ou de venda ( para quem estiver comprado) de contratos para o mesmo vencimento.

-Liquidação por entrega:  O encerramento pode ser feito pela entrega no vencimento, deverá ser emitido um aviso de liquidação por entrega pelo vendedor.

-Liquidação financeira dos contratos: Para estes contratos, ao se abrir uma posição não é preciso se preocupar com a entrega ou recebimento, as posições são encerradas por meio de uma operação inversa de compra ou venda à posição, na mesma quantidade de contratos. É uma forma de encerrar uma posição por reversão ( recompra ou revenda) em última instância.

Vantagens

Inúmeras são as vantagens de se operar o mercado  futuro, de acordo com Marques & Mello  (1999) as principais são:

- Mercados futuros contribuem para diminuir ou atenuar as oscilações de preços decorrentes da sazonalidade da produção agropecuária. Ao planejar operações elas podem garantir uma oferta de produtos a preços mais homogêneos durante todo ano;

- Todos aqueles com algum interesse numa determinada mercadoria física podem  se proteger de eventuais oscilações desfavoráveis de preços que possam ocorrer no futuro.

- Liquidez: sendo uniformes, atendem às necessidades de todos participantes do mercado, podendo ser repassados a outros participantes a qualquer momento;

- O ponto de entrega refere-se a um local para entrega física da mercadoria caso haja interesse das partes, incidindo impostos exigidos por lei somente no caso que haja efetiva entrega da mercadoria;

- O cliente não recebe nem paga, antecipadamente, nada relacionado ao objeto a futuro, estando sujeito apenas aos ajustes diários decorrentes das oscilações dos preços. Assim, a partir do primeiro dia, até a liquidação do contrato, o fluxo do dinheiro é relativo somente aos ajustes diários.

Desvantagens
 
De acordo com Mollinari (2008) por ser um mercado de  preços dinâmicos, exige informação rápida, precisa e análise das mesmas; Para realizar estas operações demanda profissionais que tenham tempo para acompanhar as variáveis e tendências das commodities antes da definição das estratégias de compra e venda, sendo que estas não garantem o sucesso das operações, uma vez  o Mercado Futuro é um mercado de risco.

Segundo Marques & Mello  (1999) o uso do Mercado Futuro não elimina totalmente os riscos associados com as flutuações dos preços, sendo tecnicamente incorreto falar em operação de seguro, corretamente falando o hedger tem um “seguro” contra um risco de oscilação nos preços. O Mercado Futuro oferece uma redução nos riscos e não uma eliminação dos mesmos.

O Papel do Comprador do Mercado Futuro

De acordo com Baily et.al (2000) muito tem se falado sobre o papel do comprador no mercado atual,  ele sai de um processo burocrático para se tornar estratégico na organização  com forte contribuição para o resultado da empresa. Segundo Mollinari (2008) para operar no Mercado Futuro, o comprador de grãos deve estar alinhado com as melhores práticas e estratégias do mercado, pois  o  mesmo  está globalizado, fatos que acontecem em outros países trazem impactos diretos   e interferem nos preços praticados nas  commodities brasileiras.

O Comprador deve acompanhar as cotações  em tempo real por meio de um serviço de cotações fornecido por empresas especializadas,  deve tomar a decisão de vender ou comprar resultando das expectativas quanto á evolução futura do mercado e das informações técnicas que ele tenha acesso, deve acompanhar o mercado interno e internacional, saber sobre estoques mundiais, safras mundias de outros grãos que podem vir substituir o milho, condições de importação e exportação,  comportamento do dólar, petróleo, condições climáticas mundiais que interferem nas cotações,  e tomar as melhores decisões. Diminuir o risco e se proteger de possíveis altas permite que se compre bem e transforme a matéria prima em produtos acabados com valores competitivos.
 
Conforme Marques & Mello  (1999) vale destacar também como papel do comprador   a escolha das corretoras e gestão do relacionamento com as mesmas, pois é  através destas que se opera na BM&F, o corretor especializado se encontra numa posição de esclarecer dúvidas, opinar sobre o mercado e prestar um assessoramento a todas variáveis que influenciam as cotações, isto porque os mesmos são analistas e trocam informações com outros clientes  todo o tempo, sendo uma opção de consulta para formação de opinião do comprador sobre quando e quanto, comprar ou vender no mercado futuro. Nesta etapa do trabalho do comprador  fica evidente a importância de se buscar fornecedores qualificados que proporcionem compromisso, confiança e desempenho superior aumentando o valor agregado das negociações realizadas.

Vale ressaltar que cabe ao comprador a tomada de decisão sobre o que e quando fazer com as inúmeras estratégias disponíveis para se operar no mercado futuro; Na posição de comprador o mesmo deverá ter grande habilidade de negociação, domínio sobre o mercado que está atuando, dinâmica para saída de posições e tranqüilidade para administrar os riscos e prestar esclarecimentos á direção sobre os resultados de suas negociações.

CONCLUSÃO

Em momento de grande concorrência  no mercado global é necessário a identificação de estratégias que proporcionem vantagem aos negócios; Segundo Robotton (2008), a negociação no Mercado Futuro de commodities agrícolas na bolsa paulista cresceu 80% neste ano. No milho, o incremento até o início de Setembro foi de 190% sobre igual período de 2007, isto comprova o fortalecimento desta ferramenta que oferece possibilidade de alavancar competitividade ás empresas compradoras e vendedoras de grãos, alem de possibilitar ao comprador um trabalho totalmente estratégico de analise mercadológica, com o comprador sendo  profundo conhecedor de todas variáveis que compõem o mercado atuante e permitir que o mesmo tome decisões que impactam o resultado dos negócios. Sendo assim o Comprador deixa o burocrático e participa ativamente das tomadas de decisões das negociações, acompanhando todos os passos do desenvolvimento do mercado e sendo parte importante nos resultados obtidos.

Outro ponto importante é que o mercado pede novas formas de  lidar com as oscilações intensas das bolsas e commodities mundiais diante de tamanha instabilidade de clima, dólar, petróleo e economia; Penso que o uso destas ferramentas é uma forma empreendedora  de negociar que oferece  ao comprador de grãos várias alternativas de trabalho ( compra, venda, troca de posições, entrega física e/ou reversão) dependendo do momento da atuação, tornado-a  altamente  estratégica e proporcionando ao mesmo desenvolvimento de novas competências e  o uso de ferramentas dinâmicas que não permitem uma rotina, pois o trabalho é realizado de acordo com a volatilidade do mercado.

Percebe-se também que para  o sucesso das operações citadas é muito importante o conhecimento de todos detalhes operacionais e mercadológicos, premissa que torna o comprador um profissional especializado e posteriormente demandado.

Concluo, portanto que operar no Mercado Futuro é uma ótima opção de compra para os diferentes tipos de negócios pois proporciona estabilização de preços, alavancagem nos negócios, vantagens competitivas e redução de riscos, permitindo melhor planejamento e proporcionando   valor agregado aos compradores atuantes e a toda cadeia produtiva.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

BAILY, Peter; FARMER, David; JESSOP, David; JONES, David. Compras: Princípios e Administração. 1ª ed. Atlas: São Paulo, 2000.

MARQUES,V. Pedro. MELLO C.Pedro; Mercados Futuros de Comodities Agropecuárias: exemplos e aplicações para os mercados brasileiros. 1ª ed. São Paulo: Bolsa de Mercadorias & Futuros , 1999.

MOLLINARI R.Paulo. Análise Setorial Milho. São Paulo, 2008. Disponível em <http://www.safras.com.br/milho > Acesso em 10/09/08.

PINTO, Edemir;  Mercados Derivativos, São Paulo, 1ª ed., 2007.

PINTO, Edemir; Perguntas freqüentes sobre Mercados Futuros Agropecuários, São Paulo, 9ª ed., 2007.

ROBOTTON M. Informativo Diário Milho - Agência Estado – Brodcast – Acesso em 17/09/08.

SCHOUCHANA, F. Mercados Futuros e de Opções Agropecuárias: Teoria e Prática. São Paulo, 2ª ed. 1995.

WIKIPÉDIA. Disponível em < http://pt.wikipedia.org/wiki/Commodities > Acesso em 23/08/08.

 

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